
Publicado em: 20/08/2023
Atualizado em:
A busca pelo melhor advogado do Brasil em Direito de Inventário deve ser analisada com cautela. Não existe ranking oficial único que defina esse título, mas existem critérios objetivos para escolher um profissional qualificado para conduzir inventários, partilhas e disputas sucessórias.
O advogado que atua em inventário auxilia herdeiros, inventariantes, cônjuges, companheiros e famílias na organização patrimonial após o falecimento, considerando bens, dívidas, impostos, documentos, testamento, conflitos familiares e prazos legais.
Neste artigo, você vai entender como avaliar um advogado para inventário, quando a atuação jurídica é necessária, quais riscos exigem atenção e como o escritório Galvão & Silva Advocacia pode auxiliar em demandas sucessórias.
Quando procurar um advogado de inventário?
O advogado especialista em herança deve ser procurado logo após o falecimento, especialmente quando há bens a partilhar, imóveis, veículos, contas bancárias, investimentos, empresas, dívidas ou herdeiros com dúvidas sobre seus direitos.
O inventário pode ser judicial ou extrajudicial, conforme a situação da família, existência de consenso, testamento, herdeiros menores ou incapazes e complexidade patrimonial.
A orientação desde o início ajuda a evitar atrasos, perda de prazos, conflitos entre herdeiros, problemas com impostos e dificuldades para transferir bens. Para entender o tema de forma geral, veja também o conteúdo sobre Direito de Inventário.
O que faz um advogado especialista em inventário?
O advogado de inventário orienta a família sobre o procedimento adequado, reúne documentos, analisa bens e dívidas, acompanha prazos, calcula riscos tributários e conduz a partilha conforme a legislação.
Também pode atuar na prevenção ou resolução de conflitos entre herdeiros, na escolha do inventariante, na análise de testamento, na regularização de imóveis e na representação em inventário judicial.
Em inventários mais complexos, a atuação jurídica pode envolver empresas familiares, bens em diferentes estados, patrimônio rural, quotas societárias, dívidas relevantes ou discussão sobre validade de doações feitas em vida.
Inventário judicial ou extrajudicial: qual escolher?
A escolha entre inventário judicial e extrajudicial depende das condições do caso. Em regra, o inventário extrajudicial é feito em cartório quando há consenso e os requisitos legais são atendidos.
O Código de Processo Civil trata do inventário e da partilha, inclusive da possibilidade de inventário extrajudicial quando todos forem capazes e estiverem de acordo. A Resolução nº 35 do CNJ também disciplina atos notariais relacionados a inventário e partilha em cartório.
Quando há conflito, dúvida relevante, herdeiro menor ou incapaz, discussão sobre bens ou impugnações, o inventário judicial pode ser necessário.
Diferenças práticas entre os tipos de inventário:
| Tipo de inventário | Quando costuma ser usado | Ponto de atenção |
| Extrajudicial | Herdeiros capazes, acordo e documentação regular | Pode ser mais rápido, mas exige consenso e advogado. |
| Judicial consensual | Há necessidade de processo, mas sem conflito relevante | Depende de homologação judicial e documentos completos. |
| Judicial litigioso | Há disputa entre herdeiros, bens ou dívidas | Exige estratégia probatória e acompanhamento próximo. |
| Com patrimônio complexo | Há empresas, imóveis, quotas, dívidas ou bens em vários locais | Pode exigir análise patrimonial, societária e tributária. |
Esse quadro ajuda a identificar o caminho inicial, mas a escolha deve considerar os documentos, a composição familiar e os riscos do caso concreto.
Como escolher o melhor advogado para o inventário?
A escolha deve considerar experiência prática em inventários, domínio de Direito de Família e Sucessões, clareza na comunicação, organização documental e capacidade de lidar com conflitos familiares.
Também é importante avaliar se o profissional consegue explicar prazos, custos, impostos, documentos necessários e riscos de cada caminho, sem prometer resultado ou simplificar excessivamente o caso.
Em inventários com patrimônio relevante, empresas ou disputas, a experiência em negociação, processo judicial, regularização de bens e estratégia sucessória pode fazer diferença na condução do procedimento.
Quais documentos ajudam na análise do inventário?
A documentação varia conforme o patrimônio e a situação familiar, mas alguns documentos costumam ser importantes para iniciar a análise.
Podem ser necessários a certidão de óbito, os documentos pessoais do falecido e do herdeiro, certidão de casamento ou união estável, pacto antenupcial, testamento, e documentos de imóveis, veículos e empresas.

A falta de documentos pode atrasar o inventário, dificultar a avaliação de bens e gerar exigências em cartório ou no processo judicial.
Conflitos entre herdeiros no inventário
Conflitos entre herdeiros podem surgir por discordância sobre valores, uso de imóveis, venda de bens, escolha do inventariante, existência de dívidas, doações em vida ou suspeita de ocultação patrimonial.
Nesses casos, o advogado pode auxiliar na análise dos direitos de cada parte, na tentativa de acordo e, quando necessário, na atuação judicial para proteger os interesses do cliente.
A condução técnica é importante para evitar que divergências familiares transformem o inventário em um processo longo, caro e emocionalmente desgastante.
Família evita atraso no inventário após organizar bens e documentos
Uma família buscou orientação após o falecimento de um parente, diante de dúvidas sobre imóveis, contas bancárias, possíveis dívidas e escolha da via adequada para o inventário. A ausência de documentos organizados já começava a gerar divergências entre os herdeiros.
A atuação de um advogado para inventário envolveu a análise da certidão de óbito, documentos dos herdeiros, regime de bens, informações patrimoniais, registros imobiliários e pendências fiscais. Também foi avaliada a possibilidade de inventário extrajudicial ou judicial, conforme os requisitos do caso.
Com a situação patrimonial mais clara, foi possível definir um caminho sucessório mais seguro, reduzir incertezas entre os familiares e organizar as próximas etapas da partilha sem prometer resultado ou prazo automático.
Inventário, herança e partilha: qual a relação?
O inventário é o procedimento usado para levantar bens, direitos e dívidas deixados pela pessoa falecida. A herança é o conjunto patrimonial transmitido aos sucessores. A partilha é a divisão dos bens entre os herdeiros.
O Código Civil prevê que a herança se transmite com a abertura da sucessão, mas a regularização prática dos bens depende do inventário e da partilha.
Para aprofundar os conceitos, veja também os conteúdos sobre diferença entre inventário e partilha.
Riscos de não abrir o inventário corretamente
A demora ou a condução inadequada do inventário pode gerar multa fiscal, bloqueio na transferência de bens, dificuldade para vender imóveis, conflitos entre herdeiros e problemas na administração do patrimônio.
Também pode haver dificuldade para movimentar valores, regularizar empresas, transferir veículos, atualizar matrícula de imóveis ou encerrar obrigações deixadas pelo falecido.
Por isso, o inventário não deve ser tratado apenas como uma formalidade. Ele é o procedimento que organiza a sucessão e permite a regularização patrimonial da família.
Perguntas frequentes sobre advogado de inventário
Preciso de advogado para fazer um inventário?
Sim. O advogado é necessário no inventário judicial e no extrajudicial para orientar os herdeiros e formalizar a partilha.
Qual o prazo para abrir o inventário?
Em regra, o inventário deve ser aberto em até 60 dias após o falecimento. O atraso pode gerar multa sobre o imposto.
Inventário pode ser feito em cartório?
Pode, quando há consenso entre os herdeiros e os requisitos legais são atendidos. Também é obrigatória a assistência de advogado.
Quais documentos são necessários para inventário?
Certidão de óbito, documentos dos herdeiros, certidões, dados dos bens, dívidas, declaração de Imposto de Renda e informações patrimoniais.
Quanto custa contratar advogado para inventário?
O custo varia conforme patrimônio, complexidade, tipo de inventário, existência de conflitos, impostos, cartório e honorários do caso.
Como o escritório Galvão & Silva Advocacia pode ajudar em demandas de Direito Digital?
O escritório Galvão & Silva Advocacia atua em demandas de inventário, herança, partilha, planejamento sucessório, conflitos entre herdeiros e regularização patrimonial.
A atuação pode envolver análise de documentos, definição da via adequada, orientação ao inventariante, elaboração de minutas, acompanhamento judicial ou extrajudicial, negociação entre herdeiros e avaliação de medidas para evitar prejuízos.
Se a família precisa iniciar um inventário, resolver conflito sucessório ou regularizar bens deixados por pessoa falecida, fale com um advogado especialista para analisar o caso concreto.
Dr. Daniel Ângelo Luiz da Silva
Sou advogado, sócio fundador do escritório Galvão & Silva Advocacia, formado pela Universidade Processus e inscrito na OAB/DF nº 54.608. Atuo há mais de uma década em Direito Civil, Empresarial, Tribunais Superiores, Homologação de Sentença Estrangeira e em litígios complexos envolvendo disputas patrimoniais. Além da advocacia, sou professor, escritor e palestrante, fluente em inglês e […]
Dr. Caio de Souza Galvão
Sou advogado, sócio-fundador do escritório Galvão & Silva Advocacia, formado pela Universidade Católica de Brasília e pós-graduado em Ciências Penais pela Universidade Cândido Mendes. Iniciei minha trajetória no TJDFT, atuando no 1º Juizado Cível, Criminal e de Violência Doméstica, além de exercer funções como conciliador. Passei pelo TST, TCU e Procuradoria-Geral do Banco Central, onde […]












